DANÇA DAS CONCHAS - trabalho executado com conchas variadas, pedras e cola.
De: Maria João - 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
DESCANSO DO PÁSSARO - trabalho executado por Maria João, com pedras e conchas do mar apanhadas na praia (11/2012).
EÇA DE QUEIROZ
Obra de 15é executada em arame de cobre estanhado, estanho, pedra da calçada e tinta acrílica - 11/2012
Eça de Queiroz viveu em Leiria (1875) e cá escreveu "O crime do padre Amaro". É patrono do Centro Cívico de Leiria onde existe a Associação "Sempraudaz" a que pertencemos. Foi em homenagem a esse grande escritor que fiz esta obra.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
HUMANIDADE - acrílico sobre tela (40 x30cm)
Pintura e texto de Maria João Gaspar - 11/2012
Na mão da mulher está a essência da Humanidade.
Gente soberba, orgulhosa, arrogante
que tudo subjuga e espezinha
atrofia com insensibilidade e desrespeito
os sentimentos dos seus semelhantes.
Com tua mão, Mulher, são derrotados,
sujeitos à sua insignificância e ignorados.
Tu, Mulher, olhas mais longe,
com ternura, atenção, respeito
e no "prato" da tua mão concebes a receita
que mata a tristeza, a dor, a perda, a subversão dos valores
criando o "produto" que há-de vencer a hostilidade.
Na tua mão, Mulher, há vida colorida.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
SENHORA DO Ó - Trabalho de modelagem em pasta branca pintada a acrílico.
Vi minha barriga crescer
Qual balão esvoaçante
Senti meu coração bater
De forma emocionante.
Era outro coração lá dentro
Uma nova vida em crescimento
Era o amor no centro
Dum corpo em desenvolvimento.
Senhora do Ó seria
Para todo o sempre, imagem
Imagem da mãe que teria
Um Filho, exemplo de coragem.
Texto e imagem de Maria João Leitner Gaspar - 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
REVERÊNCIA
REVERÊNCIA - pintura a acrílico sobre tela (60x90cm) - 2012
Reverencio a mãe natureza
pela sua generosidade
pela sua genuidade
pela sua sensibilidade
pela sua simplicidade
pela sua diversidade.
Reverencio-a e admiro-a
quando me dá o sol
que me aquece e ilumina o corpo e a alma
quando me dá a cor
que ilustra a minha vida
quando me dá a harmonia
que apazigua e enobrece
quando me dá o ar
que respiro e me faz viver.
Reverencio a mãe natureza
respeito-a e faço-a respeitar
lutando contra aqueles que a destroem
e se esquecem que sem ela não existirão
e a beleza do mundo tornar-se-à "podridão".
Reverencio-te.
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